Ansiedade

É uma sensação desagradável, inquietação, sensação de pressa, urgência. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas. Pode ser um distúrbio quando ocorre em momentos que não se justifica ou quando é tão intensa e/ou duradoura que acaba interferindo nas atividades normais do indivíduo.

A ansiedade é hoje um dos principais problemas gerados pela vida agitada e estressante nas grandes cidades. Entretanto, mesmo que esse seja um sintoma comum entre as pessoas, muitas vezes pode se agravar, acarretando situações mais graves que podem levar, por exemplo, aos desequilíbrios alimentares.

Tentando encontrar uma saída para o sentimento de ansiedade, muitas pessoas acabam cometendo excessos alimentares como busca inconsciente para amenizar sensações desagradáveis – como stress, solidão, cansaço, tristeza, raiva – gerando um quadro de sobrepeso e até obesidade. Além das doenças relacionadas ao sobrepeso, como pressão alta, diabetes, doenças do coração e infarto, os efeitos emocionais também são preocupantes.

Mas mudar a forma de se alimentar não é tarefa fácil, pois todo comportamento alimentar envolve questões físicas e emocionais – difíceis de modificar e o principal responsável pelo fracasso das dietas.

O mais importante é detectar o quanto o seu nível de ansiedade pode estar interferindo no seu processo de ganho/perda de peso, como também em outras áreas de sua vida e procurar uma forma de tratamento.

Depressão

É uma doença do organismo como um todo, comprometendo o físico, o humor e o pensamento. A forma de ver e sentir a realidade ficam alterados, modificando as emoções, a disposição, a alimentação, sono, e até mesmo como se sente em relação a si.

A depressão tem sintomas variados que vão desde uma tristeza leve ou pensamentos negativos até as alterações das sensações corporais. É muito importante distinguir de forma assertiva a diferença entre uma tristeza e depressão, para que assim possa ter um tratamento eficiente.

Percebemos claramente que existe uma estreita relação entre a tristeza e o aumento do consumo de comida.

A tristeza e a depressão  têm se revelado como grandes desencadeadores do abuso alimentar. Um problema emocional pode provocar um aumento significativo de comida, como chegar a desencadear verdadeiras farras alimentares, em que o sujeito ataca a geladeira e come tudo sem pensar. Após esse episódio de perda de controle vem uma culpa muito grande, por não ter sido capaz de se controlar.

Como esses momentos de descontrole começam a se manifestar, ocorre um aumento do peso corporal. Nesse processo também cai nossa autoestima que nos deixa tristes e consequentemente existe  uma possibilidade maior de desenvolvermos um quadro depressivo.