Você diz que sabe, mas….

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Esses dias ao acabar de ler uma matéria sobre saúde em uma revista, me peguei pensando no porque apesar de tantas informações, as pessoas continuam ociosas e se acabando em comida.

Muito interessante, isso me faz lembrar das campanhas sobre o uso da camisinha, a prevenção ao uso as drogas, as eternas recomendações dos pais para que os filhos se cuidem, não façam coisas “erradas”, mas por fim  acabamos fazendo o que queremos, negligenciando os alertas que piscam dentro de nossas cabeças.

Isso porque é desta forma que aprendemos, o famoso acerto e erro andam sempre juntos, precisamos cair, nos entupir de comida, ver o exame de diabetes positivo, ou quem sabe descobrir que tem um bebê a caminho para que finalmente possamos pensar – é meus pais tinham razão, não era certo comer muito, não era hora de engravidar.

Podemos citar inúmeros exemplos aqui, mas o que ainda me surpreendo é porque nós seres humanos precisamos tanto testar nossos próprios limites, nos expondo sempre ao invés de simplesmente aprender somente por orientação, pela leitura, enfim..

Nessa roda gigante que é nossa vida nada melhor do que pegar pequenos exemplos para realmente pensarmos em que caminho devemos seguir, e como o foco aqui sempre acaba sendo saúde, proponho uma reflexão ainda maior;

Porque precisamos comer tanto?

Porque precisamos nos sentir empanturrados de comida?

Porque precisamos comer de tudo em uma festa?

Porque não paramos de comer comidas gordurosas?

Porque não paramos de comer quando sabemos que determinado alimento não nos faz bem?

Porque…

Porque…

Fica a reflexão… porém também fica a dica, o que não está legal em sua vida para que não escute, para que precise de outros substitutos para dar conta do que não quer enxergar?

Psicóloga Luciana Kotaka

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