Obesidade tem tratamento

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A obesidade só cresce, é assustador o quanto ao mesmo tempo em que as áreas da saúde emitem alertas quanto a um estilo de vida saudável, os outros nichos de mercado apostam na alimentação pronta e de fácil acesso.

Com essa proposta de comidas rápidas, que não demandam tempo para prepará-las, um grande número de pessoas que não se aventurava na cozinha, ou não tinha tempo, acaba se entregando à facilidade que elas oferecem.

Por outro lado vemos farmácias vendendo salgadinhos, chocolates, balas e sorvetes, em um local onde a saúde deveria imperar absoluta. Tudo isso a ao alcance da mão, perto do caixa, onde pessoas aguardam em filas, muitas delas tentando resistir à tentação de comer um docinho.

É muito complicado fazer reeducação alimentar quando milhares de pessoas apresentam um quadro de compulsão alimentar. Apesar de saberem o quanto é importante o consumo de frutas e verduras, o compulsivo quer carboidrato, quer se perder em um prato de lasanha, uma barra de chocolate, ou mesmo saborear a coxinha da lanchonete na volta do trabalho.

A compulsão é um transtorno alimentar que mais atinge pessoas que buscam a perda de peso. Acordam todos os dias dizendo a si que hoje irão conseguir se controlar, mas quando se dão conta já passaram da conta. Muitos são os fatores que levam à compulsão, desde questões orgânicas, alimentação desregrada e até mesmo fatores emocionais, como por exemplo, a ansiedade e a depressão.

Mas o fator que mais contribui para esse quadro aumentar é as dietas da moda, de tempo em tempo pulam de uma para outra, como se algumas delas pudessem salvá-la do precipício onde se encontram.

Mesmo sendo um assunto amplamente discutido, é preciso bater na mesma tecla alertando que para se perder peso é preciso uma boa dose de comprometimento e disciplina.

Desta forma é importante a conscientização da população quanto às mudanças no estilo de vida, seguir um tratamento orientado e acompanhado por especialistas da área, como nutricionista, educador físico, psiquiatra e psicólogo para se trabalharem fatores emocionais que podem estar a serviço da compulsão alimentar.

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